Bolsas, chaveiros, bloquinhos e itens de decoração feitos a partir de couro de tilápia são destaques de projeto sustentável criado por empreendedora na Bahia.
Ao conjugar os alertas de Karp com os sinais de esperança que brotam da própria Amazônia, vemos que a guerra do futuro não será apenas bélica, mas cultural e civilizatória. Venceremos não com bombas, mas com conhecimento; não com medo, mas com floresta; não com algoritmos neutros, mas com jovens programando o futuro da sua própria terra.
A vergonha, portanto, não repousa sobre a bioeconomia que ainda engatinha. Ela recai sobre os que, dispondo dos meios, vacilam em mudar o destino de uma das regiões mais estratégicas do planeta. Ainda há tempo. Mas, como aprendemos com o ritmo lento dos rios e o furor imprevisível das cheias, o tempo amazônico é paciente, mas tem limites. Como diz Rocha, “…só poderemos transcender o pessimismo sobre a Amazônia quando começarmos a perceber um uso responsável de seus recursos e um encolhimento da fome e da pobreza no seu interior profundo.” Afinal, ninguém pode adiar direitos e benefícios para sempre.
"A ausência de uma métrica robusta para o PIB regional baseado no uso sustentável da natureza nos mantém presos a uma bioeconomia envergonhada, aprofundando...
O modelo pode ser adaptado para identificar um café fake e potenciais adulterações de qualidade e composição em cafés especiais, autenticando sua origem geográfica.
Com o retorno da produção de borracha seguindo padrões sustentáveis, os Rikbaktsa pretendem que os territórios indígenas voltem a fornecer a matéria-prima à empresa francesa Michelin, que realiza compras de borracha na Amazônia.