Enquanto o mundo discute mecanismos para remunerar países que conservam suas florestas, a experiência da Zona Franca de Manaus emerge como um dos mais...
"O futuro que Gilberto Mestrinho enxergou não envelheceu. Ele apenas aguarda decisão"
(Em celebração aos 98 anos de seu nascimento – 23 de fevereiro de...
"Sem resultados em Belém, o descrédito das conferências abrirá espaço para um atraso irreversível — e a consciência climática será posta à prova diante...
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.