“O primeiro é o fato de sermos teleguiados por Brasília, de onde emana o proibicionismo explícito da diversificação, e de onde provém o confisco dos recursos...
Foto: Fieam
“Só assim, unidos e integrados, podemos exigir a aplicação transparente, legal e competente dos recursos que recolhemos e a contrapartida justa de...
Em Manaus e adjacências metropolitanas, 1300 piscicultores pagam caro a ração do Centro-Oeste e padecem de fomento e suporte técnico para empinar seus negócios
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.