Meio século depois do grande choque do petróleo, as tensões no Golfo Pérsico reacendem o alerta energético global e lembram ao Brasil - e à Amazônia industrial - que crises desse tipo exigem prudência estratégica, logística resiliente e visão de futuro
Para a Amazônia, essa é uma escolha estratégica urgente. Ou investimos no desenvolvimento de capital cerebral como vetor de soberania e inovação, ou continuaremos dependentes de modelos centrais de tecnologia e know-how, observando nossas riquezas naturais e humanas serem subutilizadas.