O modelo industrial da floresta em pé é tecnicamente mensurável, socialmente justo e ambientalmente superior. Enquanto o mundo discute metas, o Amazonas já as cumpre.
A Amazônia precisa ser vivida e desenvolvida, com inteligência e sustentabilidade — e é esse o sentido mais profundo da realização de uma COP em nosso território.
Que a economia da proteção florestal seja, pois, articulada — com clareza, com dados, com governança — a instrumentos como o mercado de carbono, os títulos verdes e o ESG corporativo
Sobre um Plano de Convergência Tecnológica da Amazônia: integração entre Polo Digital de Manaus, bioeconomia e inovação científica
Há um sopro de reconfiguração na Amazônia....