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“Pouca coisa evoluiu na Amazônia em mercado de carbono”, diz Niro Higuchi

O Brasil é o último reduto abundante na oferta de produtos florestais e serviços ambientais do planeta. Este potencial permanece deitado em berço esplêndido à espera de uma política robusta de quem queira abraçar a vocação do Manejo Florestal Sustentável-MFS da Amazônia e de REED(*). Trata-se de um formato, parodiando o Mestre Samuel Benchimol, teoricamente viável, ambientalmente sustentável, economicamente lucrativo e socialmente promissor. E quando se fala que esta modelagem de negócios é ambientalmente sustentável isso significa que conserva e, mais do que isso, robustece os parâmetros florestais. Quem diz isso é a ONU, certamente inspirada e baseada num dos mais respeitados pesquisadores em Ciências Florestais de seus quadros e do planeta: NiroHiguchi. Nessa entrevista, ele comenta os equívocos, anota oportunidades perdidas, prevê que o Brasil não vai cumprir compromissos do Acordo do Clima e sugere algumas pistas legais para que a evolução do desenvolvimento sustentável aconteça. Confira!

O vatapá da Amazônia e os filhos da PUC paulistana

E entre uma festa e outra, da padroeira, Páscoa ou quaisquer desculpas ou formatos de sublimação, fui treinando o vatapá amazonense, fazendo de cobaias meus contemporâneos de clausura, sempre justificando a confraria com a profecia de Dona Amazonas: “meu filho, em SP você vai se deparar com um grande vazio, por isso, vatapá.”.

Mentiras sinceras interessam, general!

A poesia de Cazuza tem semelhanças metafóricas com a recente entrevista, dada a um canal de TV, no distrito federal, pelo general Augusto Heleno, que se manifestou a respeito de duas questões palpitantes.

Coronavírus: ‘São preocupantes os riscos do desabastecimento para a economia’

Entrevista exclusiva com José Jorge do Nascimento Júnior, presidente da Eletros --------- Por Alfredo Lopes --------- Numa conversa descontraída e...

Amazônia: quem define o que deve e não deve ser fabricado na região?

Conselho da Amazônia: Além dos militares, especialistas em Amazônia, a comunidade acadêmica, científica deve ser integrada. O conhecimento precisa colaborar com o desenvolvimento e trabalhar integrado ao tecido social. Temos verbas, demandas urgentes e, agora, tudo indica, vontade política. Ver para crer!

Inquietações e desabafos do protagonismo: “Nossa agremiação é o Amazonas e o partido se chama ZFM”.

“Enquanto Brasil recrimina ZFM, o governo americano cria zonas fiscais de oportunidade”. Isso mesmo, a pátria do liberalismo - paradigma adotado pela política fiscal do governo Bolsonaro - está investindo pesado na atração de investimentos para Zonas de Oportunidades.

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