“É bem verdade que temos anotado belas iniciativas de interpretação, valorização e sistematização de saberes que a Amazônia pode oferecer a sua gente e à humanidade. Estamos acompanhando com entusiasmo essa luz que tremula em meio ao horizonte sombrio do desmatamento e das queimadas.”
Ficamos, portanto, diante de um dilema crucial. Poderíamos invocar o argumento de que seria lícito manejar 20% da floresta, e reivindicar esta parcela de remoção dos estoques naturais que o Código Florestal, teoricamente, autorizaria. Certamente, não será desmatando muito menos queimando. O Amazonas, sob a batuta do próprio Niro Higuchi, liderou a mobilização de 32 das melhores universidades estrangeiras, sob patrocínio do governo Japonês, para entender como se dá a dinâmica do carbono no bioma amazônico. E com isso, entre outras descobertas e avanços, criou tecnologia de MFS, Manejo Florestal Sustentável para gerar emprego, renda e fortalecer a saúde floresta.
Amante do futebol, desde cedo Seo Belmiro compreendeu que esta atividade seria o esporte das multidões. E mais do que isso, o esporte que poderia irmanar as multidões. Esta era uma paixão e convicção do seo Belmiro que fez de seu amor pelo futebol o lazer profissional de cronista esportivo.
O futebol amazonense vivia seu tempo áureo de paixão e o levou a escrever e comentar as pelejas memoráveis no Parque Amazonense, nossa réplica de Wimbledon, destruída pelo descaso da gestão pública.”
"A diversidade e a singularidade gastronômica dos peixes da Amazônia podem atender a demanda global da mais deliciosa segurança alimentar. Isto sem falar da...
“Os americanos precisavam de borracha para entrar na guerra e o Brasil de entrar no processo mais acelerado de industrialização. Resultado, os EUA pagaram a mobilização dos novos seringueiros, o Brasil ganhou a CSN, Companhia Siderúrgica Nacional e a Amazônia, que forneceu insumo e mão de obra, ficou a ver navios”.