Tag: AEB

Mesmo com recomposição, orçamento do INPE para 2022 cai 32% em relação a 2020

Instituto deve receber do Governo Federal R$ 92,3 milhões. Valor é o segundo menor da década, só perdendo para 2021, quando foram destinados R$ 79 milhões ao órgão

INPE não tem recursos garantidos para pagamento de água e luz até final do ano

Destinação de R$ 5 milhões pela AEB deu um respiro ao Instituto, mas órgão ainda aguarda verba de outras fontes para honrar despesas de funcionamento até dezembro

Governo cria programa para fabricação de satélites brasileiros

O Diário Oficial da União traz hoje (10) portaria que cria o Programa Constelação Catarina e o Consórcio Catarina, que prevê a criação e fabricação de 13 satélites. Desenvolvido pela Agência...

Após atraso inicial, nanossatélite brasileiro é lançado com sucesso

Após ter o lançamento adiado por 24 horas em decorrência de uma falha técnica, o nanossatélite brasileiro NanoSatC-Br2 foi lançado com sucesso nesta segunda-feira...

Inpe divulga primeiras imagens feitas pelo satélite Amazonia 1

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou nesta quarta-feira (3) as primeiras imagens feitas pelo satélite Amazonia 1, lançado na madrugada de dia 28...

Contrato para lançar satélite na Índia foi firmado em 2018, antes da gestão Bolsonaro

Ricardo Galvão, cientista responsável pela assinatura e exonerado por Bolsonaro, relembra os bastidores daquele processo

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O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

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Fumaça volta a cobrir a capital, expõe crianças e...

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“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.