Instituto deve receber do Governo Federal R$ 92,3 milhões. Valor é o segundo menor da década, só perdendo para 2021, quando foram destinados R$ 79 milhões ao órgão
Destinação de R$ 5 milhões pela AEB deu um respiro ao Instituto, mas órgão ainda aguarda verba de outras fontes para honrar despesas de funcionamento até dezembro
O Diário Oficial da União traz hoje (10) portaria que cria o Programa Constelação Catarina e o Consórcio Catarina, que prevê a criação e fabricação de 13 satélites.
Desenvolvido pela Agência...
Após ter o lançamento adiado por 24 horas em decorrência de uma falha técnica, o nanossatélite brasileiro NanoSatC-Br2 foi lançado com sucesso nesta segunda-feira...
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgou nesta quarta-feira (3) as primeiras imagens feitas pelo satélite Amazonia 1, lançado na madrugada de dia 28...
A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.
A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.