De acordo com relatório divulgado hoje, últimos sete anos foram os mais quentes do planeta, conforme registros que datam de 1850,, com destaque para 2020 e 2016.
Dois mil e vinte e um foi um ano no qual todas as previsões dos cientistas sobre os impactos do aquecimento global desfilaram num compacto aterrorizante diante dos olhos da humanidade. Num intervalo de poucos meses, vimos seca extrema no Brasil, incêndios no Mediterrâneo, calor de 50 graus no Canadá, um ano de chuva caindo em uma semana na China e enchentes devastadoras na porção mais rica do mundo. A cidade de Madri teve em janeiro sua maior nevasca e em agosto sua maior temperatura já medida. E isso porque foi ano de La Niña, quando em tese o planeta inteiro resfria.
“Emergência climática” parece não fazer parte do vocabulário da Organização Marítima Internacional (OMI). Em uma decisão polêmica, o comitê de proteção do meio ambiente...