Amazônia: Força Nacional é destacada pra combater crime organizado

Em outra portaria, também publicada hoje, o ministro da Justiça, Flávio Dino, prorrogou o período de emprego da Força Nacional de Segurança Pública em apoio à Polícia Federal na Amazônia – Terra Indígena Guarita, no Rio Grande do Sul

O Ministério da Justiça autorizou o emprego da Força Nacional em apoio ao governo do Estado do Amazonas, na Operação Arpão I (Médio Solimões), em ações de combate ao crime organizado, ao narcotráfico e aos crimes ambientais, na calha do Rio Negro e Solimões, em atividades e serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, por 90 dias. A Portaria está publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (9).

Amazônia
Força Nacional atuando em conflito indígena no RS — Foto: Reprodução/RBS TV

Em outra portaria, também publicada hoje, o ministro da Justiça, Flávio Dino, prorrogou o período de emprego da Força Nacional de Segurança Pública em apoio à Polícia Federal na Terra Indígena Guarita, no Rio Grande do Sul. A Portaria estende o prazo para apoio da Força “nas atividades e nos serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, em caráter episódico e planejado”, por 60 dias, de 12 de janeiro a 12 de março.

Texto foi retirado de Correio Braziliense

Redação BAA
Redação BAA
Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

Artigos Relacionados

Inmetro reposiciona a regulação como aliada da competitividade na Amazônia

"Aproximação com o Polo Industrial de Manaus, expansão da...

Do silêncio à dignidade: dois anos de escuta, compromisso e transformação

"Dois anos de escuta que transformam silêncio em proteção,...

Facções na Amazônia transformam crimes ambientais em negócio lucrativo

Estudo revela como facções na Amazônia exploram crimes ambientais, ampliam lucros ilegais e intensificam conflitos e impactos socioambientais.

Entenda como o futuro do planeta passa pela mineração em terras indígenas

Mineração em terras indígenas cresce com demanda por minerais críticos e expõe conflito entre clima, economia e direitos territoriais no Brasil.