Bioeconomia como estratégia de desenvolvimento atrai atenção da ESG

Segmento econômico motivou agenda de integrantes do Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia da Escola Superior de Guerra (CAEPE/ESG) junto ao Centro de Biotecnologia da Amazônia.

A busca pelo conhecimento dos diversos segmentos do País a fim de contribuir estrategicamente na tomada de decisões de alto nível motivou a turma “Soberania Nacional”, do Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia da Escola Superior de Guerra (CAEPE/ESG), a visitar o Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), nesta terça-feira (3), para entender as ações que envolvem processos e análises correlatos com a bioeconomia amazônica e como a atividade pode colaborar com o desenvolvimento regional e gerar reflexos positivos para a sociedade.

A agenda contou com uma apresentação do gestor do CBA, Fábio Calderaro, que discorreu aos cerca de 25 membros da comitiva – entre integrantes do corpo permanente da ESG, oficiais que acompanham a atividade e estagiários da turma – sobre a estrutura do Centro, o trabalho realizado ao longos dos anos e de que forma o Centro de Biotecnologia da Amazônia pode ajudar a alavancar um segmento econômico diretamente ligado a bioativos amazônicos, de forma a complementar a matriz econômica local, hoje voltada especialmente às atividades propiciadas pelo modelo Zona Franca de Manaus (ZFM), e fomentar a geração de emprego e renda de base sustentável.

A cooperação entre entes públicos e privados, como as próprias Forças Armadas e indústrias (inclusive as instaladas no Polo Industrial de Manaus), foi apontada como uma das maneiras de se incentivar que mais ações que envolvam a bioeconomia possam ser efetivadas na região e no País. “Já desenvolvemos muitos projetos biotecnológicos aqui no CBA e precisamos divulgar mais as ações aqui realizadas, mostrar as oportunidades que podem ser geradas, as capacidades do Centro. E, claro, precisamos cooperar mais”, disse Calderaro.

Após o reconhecimento feito pelos estagiários da turma da ESG das atividades laboratoriais junto a pesquisadores que atuam em diversas áreas no CBA – tais como biotecnologia vegetal, farmacologia, unidade tecnológica de bioprodutos, química dos produtos naturais e central analítica, dentre outras – Rodrigo Bustamante, delegado da Polícia Civil de Minas Gerais e estagiário da turma da ESG, apresentou os agradecimentos da comitiva pelos conhecimentos adquiridos e ressaltou a satisfação da ocasião. “Tivemos a oportunidade de conhecer algo que deve ser novidade para quase todos aqui presentes e é de se impressionar. Entender todo o processo e a capacidade que o Centro tem de desenvolver essa região é importante, assim como é interessante o processo biotecnológico no que se refere ao desenvolvimento sustentável”, destacou Bustamante.

Fonte: Suframa

Redação BAA
Redação BAA
Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

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