Curso on-line aborda restauração de ecossistemas florestais

Nos dias 8, 10 ,15 e 17 de junho, a Embrapa Clima Temperado (Pelotas, RS) e o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) promovem o curso on-line “Restauração Ecológica – legislação, estratégias e oportunidade de renda no Rio Grande do Sul”. Dividido em quatro módulos, o curso será realizado sempre às 15h, no canal da Embrapa no YouTube. 

Pedro de Almeida - Objetivo é formar agentes multiplicadores em atividades relacionadas à restauração ecológica de agroecossistemas
Objetivo é formar agentes multiplicadores em atividades relacionadas à restauração ecológica de agroecossistemas

O objetivo é formar agentes multiplicadores em atividades relacionadas à restauração ecológica de agroecossistemas, de maneira a promover a conservação da biodiversidade e formar sistemas de produção agroflorestais sustentáveis. Também busca estimular a regularização de passivos ambientais como forma de contribuir com o Programa de Regularização Ambiental (PRA) de imóveis rurais.

Os quatro módulos abordarão “Restauração Ecológica no Brasil e principais marcos regulatórios“, “A restauração ecológica no Rio Grande do Sul“, “Monitoramento da restauração ecológica” e “Agroflorestas como estratégia de produção, conservação e restauração da reserva legal“. As atividades são voltadas a agricultores, assentados da reforma agrária, comunidades indígenas e quilombolas e suas representações; e técnicos e representantes de instituições de ensino e pesquisa.

O curso conta com apoio do CNPq, Fapeg e Afubra. No âmbito da Embrapa, é resultado de uma rede de projetos de pesquisa: RestauraSul, Nexo Pampa, SafLegal, Cortinamento, InovaSocial Sementes Agroecológicas Sul, Auera, Aptas e Agroecologia e Produção Orgânica. Também conta com envolvimento da Unidade Mista de Pesquisa e Transferência de Tecnologia (UMIPTT), braço da Embrapa Clima Temperado em Francisco Beltrão/PR, Sudoeste do Paraná.

Pedro de Almeida (sob orientação de Francisco Lima – 13696 DRT/RS)
Embrapa Clima Temperado

Fonte: Embrapa

Redação BAA
Redação BAA
Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

Artigos Relacionados

Hidrovias amazônicas: a hora de decidir melhor

Os limites da dragagem e os riscos das concessões convergem para a construção, antes das obras, de uma política de transportes economicamente viável, politicamente correta, socialmente justa e ambientalmente sustentável. A sugestão habitual e sempre nova é do amazonólogo Samuel Benchimol.

Mercadante e a oportunidade de financiar a inteligência da floresta

"O BNDES pode aproximar indústria, biodiversidade e formação científica...

A partir da Amazônia, o Brasil anda sobre duas rodas

“De Manaus sai quase toda a produção brasileira de...

A Zona Franca de Manaus entre a memória e a urna

“Depois dos ataques ao diferencial tributário e dos avanços...

Um milhão de caminhos começam em Manaus

“Ao superar 1 milhão de motocicletas emplacadas em apenas...