40% dos brasileiros não entendem como impactam os oceanos, revela pesquisa

O estudo inédito, divulgado no 4º dia da Conferência dos Oceanos, aponta que apenas 34% dos brasileiros compreendem que suas ações influenciam diretamente o oceano

Apenas 34% dos brasileiros compreendem que suas ações influenciam diretamente no oceano. Os dados são da pesquisa inédita “Oceano sem Mistérios: A relação dos brasileiros com o mar”, realizada pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza em parceria com a UNESCO e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O levantamento foi divulgado durante o quarto dia da Conferência dos Oceanos das Nações Unidas.

Ainda segundo a pesquisa, 24% das pessoas consideram que impactam o oceano de forma apenas indireta e 40% acreditam que suas atitudes não impactam em nada os mares. E 2% dos entrevistados não souberam responder. 

Outro aspecto investigado pela pesquisa foi o uso de plásticos de uso único, como canudos e copos descartáveis. O consumo é evitado sempre por 35% dos entrevistados, por 12% na maioria das vezes e 20% evitam somente às vezes. Já 19% dos entrevistados admitiram que nunca evitam o uso de plástico descartável e 13% raramente. 

No cenário internacional, um dos destaques do penúltimo dia da conferência foi a fala do presidente da França, Emmanuel Macron. Ele anunciou que o país europeu será candidato à sede da próxima conferência, em 2025, junto com a Costa Rica, como detalha a jornalista Paulina Chamorro, correspondente de ((o))eco no evento com apoio da Oceana Brasil.

Além disso, Macron reforçou a relação entre as agendas do oceano e do clima, e os compromissos internacionais para proteger 30% de áreas marinhas e terrestres até 2030.

Confira o vídeo da jornalista Paulina Chamorro direto da cobertura da Conferência dos Oceanos, em Portugal:

A cobertura do evento, com entrevistas exclusivas e resumos diários pode ser acompanhada nas redes sociais de ((o))eco (@siteoeco) e do Vozes do Planeta (@vozesdoplaneta.podcast).

*Texto escrito pela Redação de ((o))eco com informações da jornalista Paulina Chamorro

Redação BAA
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Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

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