- Fortalecer e favorecer a retomada do crescimento econômico do qual dependemos para retomar empregos e atender às demandas de saúde, educação, segurança, entre outras expectativas emergenciais, através do enxugamento da máquina pública, reduzindo o custeio para ampliar o investimento.
- Desburocratizar ao máximo as ações de governo, manter a segurança jurídica, reduzir o formalismo, aqui entendido como exigências desnecessárias, informatizando e simplificando a relação entre o poder estadual e as empresas, através de suas representações.
- Mobilizar os atores responsáveis para execução do projeto de recuperação das vias do Distrito, criando uma instância paritária entre poder público, entidades de classe de empresas e trabalhadores, para acompanhamento das obras e definição de um modelo de acompanhamento permanente de manutenção e revitalização do polo industrial de Manaus.
- Dar sequência às iniciativas dos diversos atores ligados diretamente a recuperação da BR-319, sugerindo a formação de um Grupo de Trabalho interinstitucional para apressar a os trabalhos de campo e as medidas de proteção compartilhada das questões socioambientalistas. Não recuperar a estrada significa favorecimento da grilagem e do narcotráfico.
- Promover a atuação compartilhada direta e permanente entre e Suframa governo estadual, com interveniência da Seplan-CTI visando liberar os PPBs pendentes, formalizar o modelo de PPBs indutivos, que possam simplificar exigências e atrair mais facilmente investidores. Turismo e Planejamento precisam incorporar este objetivo do qual dependemos para fortalecer, adensar e diversificar o polo industrial.
- Em conjunto com as entidades do setor privado e os técnicos da Suframa, desenhar um plano de curto, médio e longo prazo de demandas de infraestrutura, buscando soluções energéticas, de comunicação e logística de transportes, que possam conferir competitividade ao setor produtivo em seus diversos segmentos.
- Apresentar aos ministérios federais o demonstrativo dos recursos recolhidos a União e os alocados no Estado para dar parâmetros das demandas de infraestrutura, argumentado que a competitividade implica em aumento de emprego e arrecadação.
- Atrair parceiros nacionais e internacionais interessados em programas e projetos de bioeconomia, eletroeletrônica, informática e comunicação, polo mineral e de fertilizantes, polo naval, entre outros, criando uma vitrine permanente de oportunidades de investimentos.
- Aproximar a UEA dessas iniciativas, com a interlocução permanente com as entidades do setor privado, as universidades ora envolvidas como USP FIPE, UFMG, EMBRAPA para desenhar o cardápio de oportunidades com indicadores econômicos de investimentos e taxas de retorno, que possam ordenar e orientar investimentos e novas modulações econômicas.
- Recuperar o estatuto legal e funcional do papel dos Fundos recolhidos pela indústria, visando aplicar com transparência e gestão compartilhada nas finalidades da qualificação dos recursos humanos e fomento de atividades econômicas de diversificação e interiorização do desenvolvimento.
- Há mais de 2 anos, adormece nos escaninhos da Casa Civil a minuta do decreto que autoriza a inserção do setor produtivo, através de suas entidades, no Conselho Curador da Universidade do Estado do Amazonas, uma instituição mantida com os recursos recolhidos, exatamente, por este setor.
- Finalmente, e considerando que o principal Fundo destinado a interiorização do desenvolvimento, o FTI, tem sido utilizado integralmente para custeio da máquina pública, recuperar os pressupostos legais desse recurso, visando fortalecer as ações de fomento de atividades produtivas, principalmente no interior do Estado.
| Esta Coluna é publicada às quartas, quintas e sextas-feiras, de responsabilidade do CIEAM. Editor responsável: Alfredo MR Lopes. [email protected] |
