Probióticos no Controle da Pré-Diabetes e Diabetes Tipo 2

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Diabetes Mellitus (DM) é uma doença grave e crônica, que ocorre quando o pâncreas não produz insulina suficiente, ou quando o corpo não é capaz de utilizar efetivamente a insulina produzida. A pré-diabetes pode ser observada em uma classe de indivíduos, nos quais há um aumento dos níveis de glicose no sangue acima do normal e abaixo do diagnóstico de DM.

Dados da Federação Internacional do Diabetes (IDF) e da Associação Americana de Diabetes (ADA) têm apontado para um grande aumento da prevalência da pré-diabetes e, consequentemente, de DM no Mundo. Esse aumento da prevalência do diabetes está associado aos diversos fatores, principalmente, aos fatores nutricionais, sedentarismo e a obesidade/sobrepeso.

Esses distúrbios metabólicos são caracterizados por resistência à insulina e deficiência dessa. Estudos indicam que a microbiota intestinal desempenha um importante papel na fisiopatologia da obesidade e, consequentemente, da pré-diabetes através de seus efeitos sobre o controle do peso corporal, balanço energético e inflamação. Nesse contexto, a ingestão de probióticos vem mostrando efeitos positivos na modulação da microbiota intestinal e consequente controle da pré-diabetes e diabetes.

Fonte: Ensaios e Ciência

Redação BAA
Redação BAA
Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

Artigos Relacionados

A próxima fronteira da indústria brasileira

Verticalizar cadeias produtivas, fortalecer a indústria nacional de componentes...

O sonho, o tombo e a virtude do mundo real

"A derrota da Seleção Brasileira dói porque rompe uma...

Quando faltam dados, sobra incerteza na Amazônia

"Estamos concentrados no que não interessa, para não olharmos...

Relatório dos EUA sobre aquecimento global distorce ciência, diz pesquisador

Aquecimento global: cientistas rebatem relatório dos EUA e reforçam evidências do papel humano nas mudanças climáticas.

IA faz emissões das big techs dispararem e ameaça metas climáticas

IA eleva emissões das big techs com expansão de data centers, maior consumo de energia e uso intensivo de concreto e aço.