Pesquisadores desenvolvem teste de covid-19 pela saliva e usando luz

Teste foi desenvolvido na Universidade Federal de São Carlos (SP)

Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) desenvolveram uma nova tecnologia de teste para avaliar o diagnóstico de covid-19 pela saliva utilizando luz. A formulação foi feita por um grupo do Laboratório de Bioanalítica e Eletroquímica da instituição de ensino. Os estudiosos adotaram uma técnica denominada entre os especialistas de eletroquimioluminescência.ebcebc

Segundo esta técnica, um sinal elétrico é aplicado na saliva de um paciente. Caso haja o vírus na saliva da pessoa, esse sinal produz uma reação química e mostra o resultado na forma de aparição de luz vermelha, apontando o diagnóstico. Se o aparelho utilizado não ascender, o diagnóstico é negativo.

De acordo com os pesquisadores, é possível obter o resultado do diagnóstico em até uma hora e ele tem precisão semelhante ao do teste laboratorial RT-PCR. O teste indica a presença ou não do vírus e a carga viral. Outra vantagem apontada pelos autores da pesquisa é a análise de 20 amostras ao mesmo tempo.

O dispositivo utilizado para o teste também pode ser conectado a um smartphone. Assim, ele “roda” sem a necessidade de um técnico especializado para comunicar o resultado do exame realizado.

Fonte: Agência Brasil

Redação BAA
Redação BAA
Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

Artigos Relacionados

CIEAM, 47 anos: uma indústria que aprendeu a pensar a Amazônia

Uma homenagem do Brasil Amazônia Agora à história que permanece e às novas mãos que começam a escrever o futuro

Adalberto Luís Val: quando uma vida dedicada à ciência se transforma em legado

“Brasil Amazônia Agora presta homenagem e agradece ao professor...

A logística da floresta em tempos de seca

A mudança do clima acrescentou urgência ao que a...

Quando o peixe adoece, a Amazônia adoece

"A crise silenciosa que avança pelos rios e ameaça...

Primeiro data center de IA na Amazônia expõe falta de regras e desafios ambientais

Primeiro data center de IA na Amazônia gera debate sobre calor, licenciamento ambiental e falta de regras específicas no Brasil.