Governo prorroga uso da Força Nacional em Roraima

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) decidiu prorrogar por mais 180 dias o emprego da Força Nacional de Segurança Pública, em Boa Vista, no estado de Roraima.ebcebc

A portaria dilatando o prazo foi publicada hoje (21) no Diário Oficial da União (DOU), mas começou a valer ontem (20). A força vai permanecer no estado até 17 de abril de 2021.

Segundo a portaria, o efetivo vai trabalhar em “apoio aos órgãos de segurança pública do estado de Roraima, para atuar nas atividades e nos serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, em caráter episódico e planejado”.

O contingente a ser disponibilizado obedecerá ao planejamento definido pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, vinculada ao Ministério da Justiça.

A operação da Força Nacional terá o apoio logístico do governo de Roraima, que também ficará responsável pela infraestrutura necessária à atuação das tropas.

Ainda de acordo com a portaria, o prazo do apoio prestado pela Força Nacional de Segurança Pública poderá ser prorrogado, “se necessário”.

A Força Nacional atua em Boa Vista desde agosto de 2018, quando um grupo de 60 agentes chegou ao estado para reforçar e fiscalizar a segurança em Pacaraima, na fronteira com a Venezuela.

Fonte: Agência Brasil

Redação BAA
Redação BAA
Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

Artigos Relacionados

Conheça os fungos que brilham no escuro e intrigam cientistas

Fungos que brilham no escuro revelam estratégias da biodiversidade, atraem insetos, dispersam esporos e inspiram pesquisas científicas.

No país que acolhe o negacionismo climático, a copa do mundo será a copa das emissões

"Até que ponto a sustentabilidade continuará sendo apresentada como...

Amazônia Inteligente e sua vocação para a modernidade

"O futuro da Amazônia não será definido apenas pela...

Veículos elétricos na China evitam 262 mil mortes, aponta estudo 

Veículos elétricos na China reduzem poluição do ar e ajudam a evitar milhares de mortes prematuras, aponta estudo em 150 cidades.