Erva-de-passarinho: parasita utilizado para combater doenças respiratórias

A erva-de-passarinho é uma planta superior, daninha, parasita, que ataca geralmente as plantas tropicais

Enquanto uns abominam a erva-de-passarinho por sugar a seiva de árvores, agindo como um parasita, outros a utilizavam para a planta pelo seu poder altamente cicatrizante.

A erva-de-passarinho é uma planta superior, daninha, parasita, que ataca geralmente as plantas tropicais, lenhosas e as árvores, sugando sua seiva e podendo causar até a morte da planta se não for retirada. Ela recebeu esse nome porque se espalha com a ajuda dos passarinhos: eles ingerem as sementes que são eliminadas mais tarde, junto com as fezes.

Mas não pense que a erva-de-passarinho é uma vilã. A planta pode ser usada, em forma de chá ou cápsula, para tratar doenças respiratórias em crianças e adultos. Algumas religiões utilizam a erva como um talismã para proteção espiritual. A erva-de-passarinho pode ser encontrada em mercados e feiras populares. 

Forte aliada

Como a erva-de-passarinho suga os nutrientes de outras plantas, essa ação fortifica as suas próprias propriedades medicinais. De acordo com o professor Moacir Biondo, a junção da erva-de-passarinho com o cajueiro gera um poderoso cicatrizante.

“Ela (erva-de-passarinho) vai pegar as propriedades medicinais de cicatrização do cajueiro e vai concentrar mais ainda nas suas folhas, ou seja, um remédio altamente cicatrizante”, destacou o especialista. 

Fonte: Portal Amazônia

Redação BAA
Redação BAA
Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

Artigos Relacionados

Quando a transparência deixa de ser exceção

A convivência saudável nasce quando falar a verdade deixa...

Emissões globais por incêndios atingem o menor nível em 24 anos, diz Copernicus

Emissões globais por incêndios caem ao menor nível em 24 anos, mas El Niño, IA e aquecimento mantêm alerta climático.

Relatório alerta para 213 barragens no Brasil em situação crítica

Barragens no Brasil somam 213 estruturas em situação crítica, com riscos à população e falhas na fiscalização, aponta relatório da ANA.