Estudo mostra que florestas africanas passaram a emitir carbono, elevando riscos climáticos e reforçando alerta para a preservação das florestas tropicais.
“O partido nazista não é apenas uma sugestão/pretensão da liberdade criminosa de expressão, que se escancarou nas mídias sociais para espanto da civilização mundial....
Idealizada e concebida por Lélia Wanick Salgado, a mostra imersiva, um mergulho no coração da Amazônia, é um convite para ver, ouvir e, ao mesmo tempo, refletir sobre o futuro da biodiversidade e a urgente necessidade de proteger os povos indígenas e preservar esse ecossistema imprescindível para o planeta.
A tristeza do presente e a esperança no futuro que se misturam no nosso poeta é um convite para todos nós despertarmos deste sonho equivocado, neste ano marcante. Que 2022 seja o ano da busca por um futuro de vida e de prosperidade para a Amazônia e para o país.
O Amazonas perde a figura humana de Thiago de Mello, o brado poético mais urgente que ecoa e ecoará nos beiradões da Amazônia até que esta civilização predatória seja abolida das relações sociais e com a Floresta. Obrigado, Thiago por sua obstinação cívica e defesa da Amazônia!
Estudo mostra que florestas africanas passaram a emitir carbono, elevando riscos climáticos e reforçando alerta para a preservação das florestas tropicais.