Pelo primeiro mês desde o início da crise gerada pela Covid-19, o número de empregados no setor cresceu. Otimismo e intenção de investimento também registraram alta.
Não se pode esperar que as questões de desenvolvimento do País, no médio e no longo prazo, fiquem na dependência dos resultados finalísticos do novo ajuste fiscal, pois algumas dessas questões trazem em si as sementes de uma reprodução perversa no curto prazo. Como dizia Sêneca “dedica-se a esperar o futuro quem não sabe viver o presente“
O Brasil é um país tragicamente desigual. A pandemia da Covid-19 escancarou as nossas desigualdades sociais, de renda, racial, de oportunidades e regionais. Devemos sair da pandemia ainda mais desiguais, em todas as suas dimensões perversas.
Pior ainda é quando se discute tema tão relevante sem estudos robustos de impactos socioeconômicos e setoriais. Estamos navegando em mares desconhecidos e podemos atracar em porto ainda mais inseguro.
Este estudo destaca políticas capazes de reduzir a pobreza e a desigualdade, contribuir para o cumprimento das metas econômicas e setoriais, estimular o crescimento econômico sustentável e tornar o Brasil mais resiliente a futuras pandemias e outros riscos, como as mudanças climáticas e a destruição de ecossistemas.
Unidades de Conservação fazem mais que armazenar carbono. Possibilitam uma economia do conhecimento da natureza, com inovações tecnológicas e resgate dos saberes tradicionais. Mas há quem só pense em agronegócio.