Nos últimos três meses, a plataforma movimentou cerca de R$ 120 mil com a venda de 25 produtos fruto da bioeconomia amazônica; nos últimos seis meses, o número de itens ofertados cresceu 20%.
A produção de biocarvão pode utilizar uma ampla variedade de matérias-primas, incluindo resíduos agrícolas como palha e bagaço de cana, restos de madeira e até esterco animal.
A tecnologia e o conhecimento agronômico agora permitem um novo ciclo produtivo, que pode impulsionar a bioeconomia regional, gerar empregos e fortalecer a indústria nacional. Com a Amazônia novamente no centro desse movimento, o país tem a chance de transformar o que foi um drama histórico em um futuro promissor para a economia e o desenvolvimento sustentável.
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Pesquisadores sugerem que a expansão da aquicultura poderia utilizar pastagens degradadas para instalar novos tanques, evitando o aumento do desmatamento.
Usar a urina na agricultura pode mais que dobrar a produtividade de algumas culturas em comparação com solos sem fertilização com um custo ambiental muito inferior ao de fertilizantes convencionais.