"61 municípios do interior do Amazonas poderão ter como base a Economia Regenerativa, com a atuação em conjunto das universidades e institutos de pesquisa...
As novas bandejas feitas com resíduos de mandioca se destacam por sua rápida degradação: levam apenas um mês para desaparecer completamente na natureza
Por meio do chocolate da Amazônia produzido de forma sustentável, a startup pretende impulsionar o debate socioambiental, aumentar a visibilidade das comunidades locais e promover o desenvolvimento sustentável na região.
O alerta de Vanessa Pinsky, traduzido aqui em formato de entrevista para o portal BrasilAmazoniaAgora, é uma provocação para que o Brasil compreenda que a Amazônia não é uma “questão ambiental”, mas uma oportunidade geopolítica, científica e econômica. E que a bioeconomia não se fará sem vontade política, investimento público e privado e protagonismo dos povos da floresta.
Essa prática tradicional permite a produção da erva-mate, utilizada para chimarrão, tererê e mate, de forma integrada e harmoniosa com outras espécies florestais, frutíferas e medicinais da região.
A falta de árvores, combinada com extensas superfícies pavimentadas expostas ao sol, como o concreto, agrava ainda mais a elevação das temperaturas em determinados bairros e contribui para as ilhas de calor.