A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas
Atualmente, o agronegócio brasileiro é o setor produtivo mais importante da economia brasileira e tem evitado que a recessão, iniciada em 2014, se transforme em depressão econômica.
De acordo com o sumário executivo do Sexto Relatório, o maior avanço do Brasil foi na meta 19, que trata do conhecimento científico e tecnológico sobre a biodiversidade e seu registro e compartilhamento em plataformas abertas.
Recursos de incentivos fiscais beneficiam indústrias e centros tecnológicos para o desenvolvimento da bioeconomia amazônica, com aumento da renda, segurança alimentar e conservação da floresta.
Até 10 empreendimentos e cooperativas serão escolhidos. Segundo o Ministério da Agricultura, será dada prioridade a produtores da agricultura familiar, mas agroindústrias e empresas do setor de orgânicos também poderão se inscrever.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas