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Tratar a região com fidelidade ao seu potencial não significa apenas preservar o que tem que ser preservado. Mas estamos falando na maior oportunidade de toda história do desenvolvimento brasileiro de fazer algo que sempre tentamos fazer mais que falhamos. O desenvolvimento da Amazônia não se encerra na Amazônia. Estamos falando em colocar o Brasil em outro lugar.
Davi Bomtempo, gerente da CNI, explica que, de forma simplificada, esse tipo de economia consiste em tentar manter o recurso pelo máximo de tempo possível dentro da cadeia produtiva.
Nesse contexto, a insensatez do imperativo da desindustrialização, à exceção da agroindústria das commodities brasileiras, se torna clara. Nós conquistaríamos prioridade na oferta de alimentos, em compensação vamos ajudar a resgatar a cadeia asiática de suprimentos em todo seu esplendor mandarim. Em tempo, a inserção da Bioeconomia, pelo que está escrito no Plano Diretor da Embrapa para 20/30, será pinçada sempre e quando desenvolver sua inovação nanobiotecnológica voltada para o bioma cerrado. Não para o imensurável banco de germoplasma da Amazônia. É o que está acordado.