Bioeconomia

Brasil vive a crise climática, mas ainda não se prepara para seus impactos

Crise climática expõe falhas de adaptação no Brasil, com eventos extremos, custos bilionários e baixa prevenção diante dos impactos.

Captura de CO₂ pode ganhar reforço de microrganismos encontrados no subsolo

Descobertos a 1.250 metros de profundidade, microrganismos podem acelerar...

Primeira infância, o investimento que antecipa o futuro do Brasil

Por que o futuro do Brasil começa no berço Os...

Disputa por minerais críticos na Amazônia amplia garimpo ilegal 

Corrida por minerais críticos na Amazônia impulsionam garimpo ilegal, pressionam territórios indígenas e expõem riscos da transição energética.

Mourão promete plano de bioeconomia de longo prazo para Amazônia

No papel, as palavras do general vice-presidente para promoção da bioeconomia são bonitas e esperançosas. Entretanto, como por ora o governo não tem mais nada para mostrar, Mourão segue as repetindo à exaustão.

Sociedade civil pela Amazônia, por Paulo Hartung

Se o país investir no cuidado do seu ímpar patrimônio verde, atendendo às emergências ambientais que se colocam, poderemos nos tornar referência global numa agenda que mobiliza o planeta, além de nos colocarmos novamente em posição privilegiada de competitividade.

Uma Nova Economia para uma Nova Era

Este estudo destaca políticas capazes de reduzir a pobreza e a desigualdade, contribuir para o cumprimento das metas econômicas e setoriais, estimular o crescimento econômico sustentável e tornar o Brasil mais resiliente a futuras pandemias e outros riscos, como as mudanças climáticas e a destruição de ecossistemas.

Bioeconomia, a melhor redução das desigualdades entre Norte e Sul do Brasil

Adotar esses parâmetros significa direcionar recursos de P&D&I para a produção de alimentos, de medicamentos e de cosméticos, pois nosso banco genético tem soluções surpreendentes para cada um desses setores. Vale lembrar que todos esses segmentos estão previstos nos programas prioritários de Bioeconomia, estipulados pelo governo federal através da Suframa, órgão gestor da contrapartida fiscal e da promoção de investimentos.

FIEAM 60 anos: longa vida ao ...

“A Amazônia carece destes recursos retidos pelo governo federal, R$4,6 bi, notadamente em setores da saúde, da alimentação funcional, da farmacopeia e dermocosmética florestal que podem dar respostas, de curto e médio prazo, para a geração de emprego e crescimento sustentável de uma Bioeconomia pujante, diversificando o Polo Industrial de Manaus e regionalizando a economia e os benefícios de nossa população esquecida.”

Futuro do agro está na inovação, diz presidente da Embrapa

Entre as prioridades da pesquisa, voltada à inovação e soluções tecnológicas, o presidente da Embrapa chama a atenção para áreas como agricultura digital, integração lavoura pecuária floresta, edição genômica e bioeconomia, nas quais é preciso avançar ainda mais.

Artigos Populares

Brasil vive a crise climática, mas ainda não se prepara para seus impactos

Crise climática expõe falhas de adaptação no Brasil, com eventos extremos, custos bilionários e baixa prevenção diante dos impactos.

Captura de CO₂ pode ganhar reforço de microrganismos encontrados no subsolo

Descobertos a 1.250 metros de profundidade, microrganismos podem acelerar...

Disputa por minerais críticos na Amazônia amplia garimpo ilegal 

Corrida por minerais críticos na Amazônia impulsionam garimpo ilegal, pressionam territórios indígenas e expõem riscos da transição energética.