A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas
“Nós queremos assinalar que os fundos necessários para o polo de Bioeconomia já são produzidos pela indústria. Basta que não sejam mais contingenciados como vem ocorrendo historicamente”.
Cientista renomado Carlos Nobre deu entrevista para falar dos riscos de aparecimento de um novo patógeno a partir da pressão humana sobre a floresta amazônica.
Novas gerações de empresários da Zona Franca de Manaus olham para a bioeconomia como alternativa para diversificação de negócios em linha com a sustentabilidade
Reafirmo, aqui, com todas as letras, que os recursos que a indústria recolhe deveriam ser usados em novas matrizes econômicas. Ponto final. Se acabarem com as indústrias, não vai ter Bioeconomia, nem geoeconomia, nem nada.
A série consiste em encontros semanais interdisciplinares de especialistas para apresentações e debate sobre assuntos ligados às transformações impostas pela pandemia da COVID-19.
Um potencial desperdiçado: biodiversidade amazônica poderia promover virada tecnológica na América Latina, com pesquisas em biotecnologia, novos materiais e empreendimentos sustentáveis, com respeito à Natureza e aos povos ancestrais
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas