A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas
Hoje, os Soares estão trocando a prática ancestral de usar o fogo para limpar novas áreas e trabalhar uma única variedade pelo consórcio entre diferentes espécies
Temos impulso de unidade para encarar essa questão? Infelizmente, vivemos num país onde as pessoas passaram a olhar umas para as outras como aliado ou como inimigo, numa divisão perigosa e estéril. Se espremêssemos com questionamentos lógicos e práticos a razão desses confrontos, descobriríamos como não teríamos conteúdo para justificar a insensatez que eles traduzem.
“O trabalho para melhor estruturar as cadeias e buscar novos clientes tem gerado resultados animadores e mostram o potencial dos negócios que respeitam a floresta”.
“Dentre as vantagens com o reaproveitamento da cinza na construção civil estão a redução no volume de resíduos destinados a aterros sanitários, a diminuição no risco de contaminação do meio ambiente e a redução do volume de extração de matéria-prima necessária à produção de materiais para construção, preservando, assim, os recursos naturais não renováveis.
Óleos naturais, cafés regionais e o tradicional tucupi foram alguns dos exemplos comentados dentre os diversos produtos oriundos de projetos desenvolvidos e apoiados localmente.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas