A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas
Recursos de incentivos fiscais beneficiam indústrias e centros tecnológicos para o desenvolvimento da bioeconomia amazônica, com aumento da renda, segurança alimentar e conservação da floresta.
Este pioneirismo se tornou referência amazônica de reflorestamento e domesticação de várias espécies, que antecedem e preparam um novo tempo de prosperidade, a Bioeconomia sustentável.
A vegetação é rica e diversa porque está adaptada para viver nessas condições. A flora da restinga também está associada a uma variada fauna, de insetos a mamíferos.
Do coração da selva, são mais de mil quilômetros, por estradas precárias e rios, até os produtos chegarem a Manaus e dali partirem para os centros consumidores dentro e fora do Brasil.
Este legado inclui a formulação de um novo formato de geração de riqueza e gestão dos recursos gerados pelo setor produtivo para mudança efetiva da paisagem socioeconômica e ambiental onde estamos inseridos.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas