Desde 2000, a frequência e a intensidade das secas aumentaram em cerca de 30%, ameaçando a segurança alimentar, hídrica e os meios de subsistência de 1,8 bilhão de pessoas.
Apesar do avanço positivo nas populações de tartarugas marinhas, o estudo também reforça a necessidade de continuidade e ampliação dos esforços de conservação.
Até o início de maio, foram contabilizados 772 ninhos no arquipélago, superando os recordes anteriores de desova de tartarugas das temporadas de 2022/2023 e 2016/2017, que tiveram 430 e 420 ninhos, respectivamente.
Os níveis elevados de acidez dos oceanos compromete sua capacidade de manter funções ecológicas fundamentais, como a regulação do clima e o suporte à vida marinha.
O investimento na conservação dos oceanos reforça a posição do Brasil como protagonista na agenda climática internacional, sobretudo no contexto de preparação para a COP.