A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas
Conduzir motocicletas é uma ação que cresce a cada dia entre as mulheres brasileiras. De acordo com dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran),...
Temos feito muito pouco por nós mesmos. Longe de prejudicar os interesses da Federação, investir mais na região os ativos aqui conquistados vai implicar em ganhos mais generosos para a arrecadação do país. Com a evidência dos fatos e dados, e com um cardápio recheado de alternativas que vão agregar resultados para a Amazônia e para o Brasil, podemos dizer o que o bom senso já sabe: a Zona Franca de Manaus não é problema é solução para a Amazônia.
Este quadro só mudará quando o Amazonas tiver uma população com renda que consuma o que possa gerar tributos que sustentem o seu orçamento. Se a ênfase das “vocações” for para exportação, do ponto de vista da arrecadação do estado, há um complicador, porque não há incidência de tributos sobre as vendas ao exterior, nem atualmente e nem na reforma tributária prevista, não tendo o que distribuir.
Na próxima segunda (6) os Diálogos Amazônicos - iniciativa da FGV, através da sua Escola de Economia de São Paulo -, terá mais um novo importante debate
A data de 28 de fevereiro sinaliza um acontecimento que considero o mais importante da história da república no que diz respeito ao tratamento do país em relação a Amazônia, sua porção maior. São quase seis décadas de avanços, benefícios, desafios e construção de uma sociedade menos desigual, mais próspera e ambientalmente adequada na história do desenvolvimento regional. Queremos felicitar os responsáveis históricos por essa conquistas, os servidores da Suframa, todas as equipes que coordenaram está missão de proteger e engrandecer a sociedade aqui construída ao longo dos anos.
Centenas de cidades pelo Brasil dependem de apenas uma atividade local preponderante e que as sustenta economicamente; Manaus é uma delas, e, portanto, contar com a inteligente Zona Franca de Manaus como atividade preponderante é um fator positivo precioso.
A transição do sistema tributário brasileiro desloca o debate amazônico da defesa dos incentivos para uma questão mais ampla e mais difícil: qual projeto econômico, territorial e fiscal poderá sustentar o Amazonas nas próximas décadas