“Esvaziar a ZFM significaria repassar as oportunidades legais para as atividades ilegais que, crescentemente, tem buscado a região para o lucro fácil, predatório e criminoso, hoje representado pelo desmatamento, garimpo ilegal, grilagem de terra e lavagem de recursos do narcotráfico. Não podemos, igualmente, abrir mão da Carta Magna nem deixar para a legislação ordinária a definição de nossas vantagens competitivas. Que os anarquistas nos perdoem, mas Segurança Jurídica é fundamental.”.
Propondo uma nova Zona Franca, tendo como base uma indústria verde a manutenção dos empregos, o CIEAM deu a sua saída para como a região deve ser tratada na Reforma Tributária
Texto da reforma tributária apresentado não detalha, por exemplo, a forma como será mantido o diferencial do IPI, principal vantagem das indústrias que se instalam na capital do Amazonas
“E não se tratam apenas das vocações específicas de cada município ribeirinho, precisamos criar respostas para as demandas de infraestrutura, revisão de tarifas de...
O empresário Maurício Loureiro, que também é conselheiro do CIEAM, chegou a Manaus nos anos 90, quando a indústria do Amazonas já exibia em seus produtos o certificado de qualidade ambiental com a ISO 14.000, coerente com seu pioneirismo de adoção e gestão da qualidade e sua reputação de manufaturar produtos de classe mundial. Como líder empresarial, sempre insistiu na precificação dos serviços ambientais prestados pela região ao clima a partir de sua atividade econômica. Ao gerar mais de 500 mil empregos, a indústria protege a floresta, pois impede a tentação predatória como sustento das famílias.
Servidores da Suframa estiveram em unidades das empresas Decathlon e Tecumseh para aprimorar conhecimentos sobre Processos Produtivos Básicos (PPB) que estão em discussão e que são relevantes para a Zona Franca de Manaus (ZFM).