Outro destaque é a movimentação para emplacar a Bioeconomia como o novo polo de diversificação da economia e do desenvolvimento, sempre focado no paradigma da sustentabilidade e interlocução permanente com as unidades federativas de abrangência atribuídas legalmente à Suframa, a Amazônia Ocidental, mais o Estado do Amapá
A Manaus rica está pronta para pagar pelo trabalho dos seus irmãos do interior, desde que este trabalho lhe seja entregue. Porém, todos os dias as águas negras e amarelas do Rio Negro e do Rio Amazonas passam nos portos interioranos e quase nada recolhem, chegando vazias à ZFM, ávida e frustrada consumidora.
O interessante de acompanhar mais de perto esses debates e reuniões é verificar o quanto o posicionamento dos líderes mundiais dá uma embolada conceitual, quando comparado com o posicionamento das nossas correntes políticas. É interessante ouvir os alertas de Boris Johnson e outros líderes conservadores, porque por aqui mudanças climáticas e conservação da Amazônia são praticamente coisas de comunista. Mas, vamos ao que interessa, esqueçamos as picuinhas.
“Ganhará um enorme abraço de admiração se apontar com dados e fatos um programa de desenvolvimento regional, como a ZFM, capaz de gerar meio milhão de empregos, ser o quinto maior contribuinte tributário do país e ajudar a manter a floresta em pé. Por sinal, se se mantiverem as promessas e a Amazônia não for destruída, vamos equacionar a crise hídrica, energética e liberal, que tal?”
Vinte e cinco dos 26 subsetores de atividades do PIM cujos indicadores são apurados mensalmente pela Suframa apresentaram crescimento no período de janeiro a agosto de...