Vivemos uma época de transformações profundas. A juventude da Amazônia está sendo chamada a ocupar seu lugar no centro das decisões sobre o presente e o futuro da nossa região. Na Universidade do Estado do Amazonas (UEA), essa convocação é levada a sério e acolhida como missão institucional.
Construir pontes. Não só de concreto, mas de legitimidade. A BR-319 só fará sentido se for instrumento de justiça — não de injustiça legalizada. Cumprir a lei é a resposta simples e inegociável, mas a lei que nasce do povo, que serve ao bem comum e que constrói o futuro.
"Na era da geoeconomia, seguimos subordinando o país a interesses internacionais e mantendo um olhar colonial sobre nossas próprias regiões. No caso da Amazônia,...