O modelo industrial da floresta em pé é tecnicamente mensurável, socialmente justo e ambientalmente superior. Enquanto o mundo discute metas, o Amazonas já as cumpre.
Entre a retórica do compromisso e a prática tímida, o Brasil chega à COP30 cercado de expectativas sobre o protagonismo empresarial. As tragédias de Mariana e Brumadinho ainda ecoam como o contraponto à retórica da sustentabilidade.
"O futuro da Amazônia, do Brasil e do mundo depende de investimentos consistentes em inovação da Amazônia e sustentabilidade. Este evento é parte viva da construção...
Que a economia da proteção florestal seja, pois, articulada — com clareza, com dados, com governança — a instrumentos como o mercado de carbono, os títulos verdes e o ESG corporativo