Coluna Follow-Up

Ecossistemas que transformam: a ANPROTEC e o novo ciclo tecnológico da Amazônia 

"Uma Amazônia que deixa de participar apenas dos debates...

Projeto do Idesam completa 15 anos com 77 mil mudas plantadas na Amazônia

Projeto do Idesam completa 15 anos com 77 mil mudas plantadas e 101 hectares restaurados na Amazônia.

Petrobras pode voltar ao setor de mineração? Nova parceria por minerais críticos aponta esse caminho

Petrobras e BNDES firmam acordo sobre minerais críticos, mas avanço reacende debate sobre mineração, petróleo e transição energética.

O Brasil que Brasília e São Paulo ainda não enxergam

"Encontrar soluções únicas para um país complexo e grande...

IA: a urgência da regulação ética e universal

A velocidade da inovação jamais poderá superar a velocidade...

Quem é o maior beneficiado pela Zona Franca de Manaus? 

“Temos a obrigação de defender a Zona Franca de Manaus sim, mas antes de corrermos para Brasília para pedir socorro às autoridades, nossa obrigação maior é buscar nossas próprias soluções” Jaime Benchimol, presidente da Sociedade Fogás Ltda.

Centro de Bionegócios da Amazônia: nutracêuticos, cosméticos e fármacos com a floresta em pé

A pedra fundamental do CBA foi lançada no apagar das luzes do Século XX. Seus padrinhos foram FHC e seu vice, Marco Maciel, filho e marido, respectivamente de mulheres amazonenses. Muita água rolou de lá pra cá,  mas pouca energia gerou a favor da sociedade. Enfim, depois de duas décadas e muitas disputas, na gestão Algacir Polsin, da Suframa, e com Fábio Calderaro à frente, o CBA, que havia nascido como Centro de Biotecnologia da Amazônia, passou a se credenciar como Centro de Bionegócios, no coração da maior floresta tropical do mundo e 1/5 do banco genético da Terra. Nessa sexta-feira, 6 de maio, de boas notícias para a Zona Franca de Manaus, a planta do CBA foi regada com o lançamento do Edital que lhe trará a definição de seu modelo de negócios, além, é claro, do esperado CNPJ. Ufa! Fábio Calderaro nos acolheu em seguida para uma prosa Amazônia. Confira.

Nossos colaboradores são o esteio de nossos empreendimentos, cuidar deles não é ônus. É um precioso bônus! diz João Mezari, diretor da MotoHonda da...

Conselheiro do CIEAM e diretor da Moto-Honda da Amazônia, João Batista Mezari é o que se pode chamar de factótum, pelo tamanho de sua disponibilidade e colaboração. Na semana passada, recebeu a Medalha Tiradentes(*), um reconhecimento da Polícia Militar do Estado do Amazonas, por seu desempenho na coordenação do grupo Anjos da Guarda, um projeto do Polo Industrial de Manaus. São iniciativas e ações efetivas para resguardar a segurança dos trabalhadores da Distrito Industrial. “Nossos colaboradores precisam ir e vir com segurança”. Eles são o esteio dos investimentos de Manaus. Cuidar deles não é ônus. É um valioso bônus. Essa é a razão de buscar envolvimentos das empresas e recomendar o uso de tecnologias adequados para o combate da violência que atormenta os colaboradores da Indústria. Destinada a autoridades civis e militares, a Medalha Tiradentes é entregue a membros da sociedade que prestaram relevantes serviços à causa pública. A cerimônia de entrega da comenda foi realizada no Teatro Amazonas, nesta quinta-feira, (21). A solenidade militar homenageia Tiradentes, Herói Nacional e patrono das Polícias Militares do Brasil. Confira:

Bioeconomia e Tecnologia, eis o binômio de nossa retomada e evolução, diz Sandro Breval

Um dos mais importantes precursores do movimento da indústria 4.0 no Polo Industrial de Manaus, o pesquisador Sandro Breval(*), pós-doutor em Inovação Tecnológica, e um dos fundadores do portal Brasil Amazônia Agora, é um dos mais qualificados cérebros da Quarta Revolução que se apresenta no Amazonas. Integrante da organização da EXPOAMAZÔNIA BIO&TIC 2022, em junho próximo, ele prevê que “será um divisor de águas, a partir de nós mesmos, pelos conhecimentos e oportunidades que estaremos partilhando e sacramentando. O Brasil deixará de nos olhar apenas como seu fornecedor de receitas. Temos mais do que tributos para oferecer. Será que Brasília nos vê como pobres tecnologicamente e nos enxerga muito distantes para acessar parcerias? Longe é a China, a Amazônia está mais perto do que nunca, em busca apenas de conexão e interoperabilidade, para expansão de sua maturidade em amplos significados, direções e contribuições que podemos oferecer”.

Bio&TIC da Amazônia, a diversificação da ZFM, pede passagem

A partir da programação proposta para o evento e que será apresentada no seu lançamento oficial, a ExpoAmazônia visa a alcançar milhares de atores locais para discutir sobre qual foco se pretende para o Polo de Bioeconomia amazônica e quais estratégias para o seu desenvolvimento. Da mesma forma, o evento tem por objetivo apresentar para a sociedade as duas matrizes econômicas viáveis para a região, em complemento às atividades do Polo Industrial de Manaus (PIM). Além disso, espera-se apoiar startups na mentoria e apresentação de seus negócios para investidores potenciais, bem como prospectar negócios e atrair estudantes e profissionais para o mercado de tecnologia.

“Precisamos repensar as relações de trabalho”

Entrevista com Francisco de Assis das Neves Mendes As relações de trabalho passaram por mudanças disruptivas recentes e novas formas de trabalho foram estabelecidas...

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