“Sem estimular o avanço tecnológico - que começa com o incentivo da Indústria de componentes e sua inserção numa nova cadeia ocidental, continental ou preferencialmente nacional/regional - iremos a lugar algum. Não significa desestimular a economia do Centro-Oeste, pelo contrário, devemos criar alternativas coerentes com a indústria da Amazônia, instalada, capacitado e disposta a inovar e reinventar seu perfil”.
Abraciclo
“Além de ser favorável à manutenção da floresta em pé, por seus reconhecidos e essenciais serviços ambientais, o que mais poderemos fazer para a proteger a floresta e trabalhar para que a monetização desses serviços, chamados de créditos de carbono, seja aplicada na região, favorecendo, principalmente, seus guardiões, os maiores responsáveis pela saúde ambiental - ora ameaçada - desta região.”
“Qual é o projeto de Ciência e Tecnologia para a Amazônia que os candidatos (não) discutirão nestas eleições, como nunca discutiram desde o fim e a retomada da Democracia, em 1964-1989. Na leitura das pautas da Amazônia de C&T, meio ambiente de 4 dos candidatos ao governo, o mais do mesmo. Com a “novidade” de que o agronegócio – pasto e grãos - vai ser prioritário em caso de reeleição.”
E pensar que, depois de 15 mil anos de presença na Amazônia, os indígenas criaram soluções farmacológicas para quase tudo. Que tesouro inesgotável. Por que não investigar o poder dessas propriedades? Aqui só não temos remédio para cegueira atávica, ou surdez conveniente.
Agricultores familiares, assentados da reforma agrária e pesquisadores estão unidos para restaurar Áreas de Preservação Permanente e de Reserva Legal.
Bemol
É hora de construir, na diversificação, adensamento e regionalização dos polos industriais existentes na ZFM, os parâmetros adicionais da prosperidade inteligente, sob o signo do carbono zero e do atendimento das demandas sociais.