Presente na paisagem habitualmente e desafiadora da ZFM, o advogado e administrador Lúcio Flávio Moraes de Oliveira, aceitou o desafio que, provavelmente, é um dos maiores de sua vida: dirigir uma entidade de classe do Polo Industrial de Manaus, sob ataques que se resumem à incompreensão nacional no trato da Amazônia, tanto da mídia tradicional como do poder público. Entretanto, com uma experiência robusta no assunto que lhe conferiu o título de conselheiro emérito do Centro da Indústria do Estado do Amazonas, Lúcio topou e já pôs o pé na estrada: ajudar o Amazonas e a Amazônia Ocidental, mais o Amapá, a resguardar seus empregos e manter sua base econômica.
A pavimentação de uma economia legal na Amazônia, o programa Zona Franca de Manaus, permanece válida na medida em que, nenhuma atividade econômica - disponível no radar de um planejamento estratégico regional - é capaz de substituir as conquistas dessa intuição na geração de empregos, oportunidades e proteção do patrimônio natural.
“Na Amazônia, a questão da criminalidade, ocorre especialmente no formato de desmatamento ilegal e também numa criminalidade que persegue defensores da floresta”
“Cada R$1 que a União poderia recolher no Polo Industrial de Manaus, R$1,4 é repassado pela ZFM ao contribuinte diretamente, com produtos de primeira e mais em conta, segundo estudos demonstrativos da Fundação Getúlio Vargas. E com Nota Fiscal de garantias.”
“Vamos considerar o papel da Botânica como um dos exemplos de nossas contradições: este é o único curso de pós-graduação na Amazônia e está para ser extinto. Neste curso estão envolvidos 20.000 anos de relacionamento entre as populações indígenas e o acervo natural do bioma amazônico.”
INPA
É o INPA que sabe responder a questões sobre a importância e a necessidade do bioma Amazônia para o Brasil e para o mundo. Infelizmente, sofremos a síndrome de vira-latas e damos créditos a determinadas instituições estrangeiras que, muitas vezes, vendem muito caro o naco que conseguiram capturar/compreender/compilar.