O Polo Industrial de Manaus já tem escala, já tem tradição e já tem um território simbólico que nenhuma outra planta industrial do continente possui. Falta consolidar aquilo que o mundo mais respeita quando o comércio vira régua: método.
É um órgão da nova economia: armazena, sustenta, regula, protege. Se a transição energética é o caminho, o armazenamento é a ponte. E ponte não se faz só com metal e química, ela demanda confiança, escala, cadeia de suprimentos, inteligência aplicada, além dos parceiros que tragam mundo para dentro, sem tirar o Brasil de si.
Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.
“O alerta trazido pela FIEAM é direto (e tecnicamente coerente): se a desgravação tarifária para bens europeus ocorrer em ritmo inadequado, setores tradicionais do...
Há dois tipos de sustentabilidade. A primeira vive de adjetivos. A segunda vive de engenharia. A primeira mora no palco. A segunda mora no cano, no chão, na estação de tratamento, no relatório que aguenta luz forte.
“Iniciativa impulsionada pela Suframa, com apoio direto do CIEAM, e retaguarda da FIEAM, para levar a Amazônia do discurso ao método: reconhecer e remunerar, com governança e métricas, os ativos ambientais que sustentam clima, água e produtividade. No horizonte da questão climática, o mapa do caminho é claro — transição energética, regeneração florestal e bioeconomia com escala, com sistemas agroflorestais capazes de gerar renda no interior e reduzir a pressão sobre a floresta”.
O Polo Industrial de Manaus já tem escala, já tem tradição e já tem um território simbólico que nenhuma outra planta industrial do continente possui. Falta consolidar aquilo que o mundo mais respeita quando o comércio vira régua: método.
É um órgão da nova economia: armazena, sustenta, regula, protege. Se a transição energética é o caminho, o armazenamento é a ponte. E ponte não se faz só com metal e química, ela demanda confiança, escala, cadeia de suprimentos, inteligência aplicada, além dos parceiros que tragam mundo para dentro, sem tirar o Brasil de si.