Coluna Follow-Up

III Fórum ESG Amazônia: o Ensaio Geral do PIM para a nova gramática UE-Mercosul

O Polo Industrial de Manaus já tem escala, já tem tradição e já tem um território simbólico que nenhuma outra planta industrial do continente possui. Falta consolidar aquilo que o mundo mais respeita quando o comércio vira régua: método.

Como o acordo com a União Europeia pode ser oportunidade

"Com o acordo com a União Europeia no horizonte, a saída...

Como data centers estão transformando o poder global e o clima na era da IA

Data centers de IA concentram poder, exaurem recursos naturais e ampliam tensões geopolíticas, com impactos socioambientais e climáticos.

O Supremo só se salva se escolher o caminho mais difícil

“E não apenas a opinião pública: as instituições do...

Transição energética: o pacto, a bateria e as parcerias

É um órgão da nova economia: armazena, sustenta, regula, protege. Se a transição energética é o caminho, o armazenamento é a ponte. E ponte não se faz só com metal e química, ela demanda confiança, escala, cadeia de suprimentos, inteligência aplicada, além dos parceiros que tragam mundo para dentro, sem tirar o Brasil de si.

III Fórum ESG Amazônia: o ensaio geral do Acordo UE–Mercosul — e a chance de o PIM chegar primeiro

Há momentos em que um evento deixa de ser evento e vira instrumento com metodologia. A preparação do III Fórum ESG Amazônia, conduzida por CIEAM e Suframa, pode ser esse raro intervalo em que o Polo Industrial de Manaus decide fazer o que o Brasil costuma adiar: antecipar-se. E antecipar-se, agora, não é virtude abstrata. É estratégia de sobrevivência e de disputa.

ZFM diante do acordo UE–Mercosul: ou Manaus compra tempo com salvaguardas, ou paga a conta da pressa

“O alerta trazido pela FIEAM é direto (e tecnicamente coerente): se a desgravação tarifária para bens europeus ocorrer em ritmo inadequado, setores tradicionais do...

Honda da Amazônia: o cartão de visitas da indústria da floresta

Há dois tipos de sustentabilidade. A primeira vive de adjetivos. A segunda vive de engenharia. A primeira mora no palco. A segunda mora no cano, no chão, na estação de tratamento, no relatório que aguenta luz forte.

Instrumentos econômicos de proteção da Amazônia: a inteligência florestal como prioridade nacional

“Iniciativa impulsionada pela Suframa, com apoio direto do CIEAM, e retaguarda da FIEAM, para levar a Amazônia do discurso ao método: reconhecer e remunerar, com governança e métricas, os ativos ambientais que sustentam clima, água e produtividade. No horizonte da questão climática, o mapa do caminho é claro — transição energética, regeneração florestal e bioeconomia com escala, com sistemas agroflorestais capazes de gerar renda no interior e reduzir a pressão sobre a floresta”.

Polo industrial de Manaus: O estudo que o Brasil ignorou – Parte II

"A propósito, o Brasil prometeu ao mundo - no Acordo de Paris de 2015 - reconstruir 12 milhões de hectares de vegetação nativa até 2030. A...

Polo Industrial de Manaus: a política ambiental que o Brasil não enxergou

O que significaria demonstrar, com ciência e transparência, que o PIM neutraliza — por preservação indireta — o carbono que emite?

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