Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.
A expertise científica de quase seis décadas do INPE, que vem servindo especialmente nos últimos 15 anos para monitorar o desmatamento da Amazônia via satélite, parece não ter relevância para Mourão.
Temos talentos demais que seguem sendo desperdiçados e as palavras sobre a região continuam apenas jogadas ao vento, com um mínimo de ações efetivas para reduzir o baixo desenvolvimento humano que nos assola.
A Amazônia tem potencial para ser o "Vale do Silício" do Brasil, com cadeias produtivas voltadas para a inovação e a chamada bioeconomia, a economia baseada na biodiversidade.
Professor de Ciências Ambientais da USP e um dos maiores especialistas brasileiros no tema diz que Brasil poderia ser um líder da chamada biodiplomacia.
O Estadão relata o agregado das queimadas amazônicas neste ano: de janeiro até agora, 65.362 focos de incêndio foram registrados na floresta, o que representa 73% do total registrado nos 12 meses de 2019, quando foram contabilizados 89.176 focos.
A presença de mata na região contribui para a estabilidade do solo, qualidade da água, sobrevivência de espécies e distribuição de chuvas pelo território nacional.
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.