Em tempos de protagonismo do setor privado, as empresas da região, especialmente às que operam sob o guarda-chuva da Zona Franca de Manaus, podem decidir se querem continuar ocupando o papel de caricatura — o tal “ventilador no meio da selva” — ou se estão dispostas a assumir o lugar de atores e promotores de uma economia amazônica que, enfim, decide produzir riqueza a partir da floresta em pé e da inteligência das pessoas que a habitam
As ameaças de investidores com mais de US$ 2 trilhões em ativos administrados, mostram como o setor privado está adotando ações globais para proteger a maior floresta tropical do mundo.
Sob o risco da covid 19, do desmatamento e de queimadas, a floresta vive momento "mais crítico de sua história", diz ativista. Críticos acionam a Justiça contra ataques do governo Bolsonaro ao meio ambiente.
Em tempos de protagonismo do setor privado, as empresas da região, especialmente às que operam sob o guarda-chuva da Zona Franca de Manaus, podem decidir se querem continuar ocupando o papel de caricatura — o tal “ventilador no meio da selva” — ou se estão dispostas a assumir o lugar de atores e promotores de uma economia amazônica que, enfim, decide produzir riqueza a partir da floresta em pé e da inteligência das pessoas que a habitam