Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.
O Brasil só começou a "pensar alternativas econômicas" para a Amazônia após a segunda guerra mundial quando o país começou a sofrer com a escassez de produtos industrializados e o aumento de preços dos produtos importados que pressionavam a economia nacional.
Levando-se em conta a média dos dez anos anteriores à posse de Jair Bolsonaro, o desmatamento cresceu 70%: de 2009 a 2018, a média apurada foi de 6.500 km² por ano
Nesta quarta-feira (02), a Assembleia Legislativa de Rondônia realizou uma audiência pública para discutir o Projeto de Lei Complementar (PLC) nº 80, que altera...
Os novos dados do PRODES sobre o desmatamento da Amazônia azedaram ainda mais o humor de governos, consumidores, empresas e investidores estrangeiros com a...
Uma investigação da Global Witness mostrou que as maiores empresas de carne bovina do Brasil seguem comprando gado de propriedades rurais envolvidas com grandes áreas desmatadas...
Ele nos recorda uma lição simples e fundamental: o verdadeiro progresso continua sendo aquele que coloca o conhecimento a serviço das pessoas, da prosperidade e da floresta.