Congresso tem compromisso de votar reformas tributária e administrativa em 2021, diz Lira

Câmara dos Deputados e o Senado têm o compromisso de votar ainda neste ano as reformas tributária e administrativa, disse nesta segunda-feira o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), em sua conta no Twitter.

“Vou coordenar pessoalmente e com os líderes da Casa os encaminhamentos para as tratativas da reforma tributária. Tivemos um atraso com o recrudescimento da pandemia mas a reforma administrativa, por exemplo, já começa a ser discutida com algumas audiências públicas”, afirmou na rede social.

“Eu acredito que possamos votar as duas reformas este ano. Temos o compromisso das duas Casas de votar este ano as duas reformas. Procurarei o ministro Paulo Guedes para falar sobre a reforma tributária”, acrescentou.

A aprovação ainda em 2021 das reformas tributária e administrativa também é defendido pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

A tramitação das duas matérias naturalmente espinhosas por tratarem de interesses dos entes federados, no caso da tributária, e do funcionalismo público, na administrativa pode, no entanto, ser dificultada por causa da pandemia de Covid-19 e do calendário eleitoral do ano que vem.

Fonte: Money Times

Redação BAA
Redação BAA
Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

Artigos Relacionados

Marca oficial da Amazônia usa rios reais para criar identidade inédita

Marca oficial da Amazônia usa rios reais para criar identidade e impulsionar bioeconomia, turismo e produtos sustentáveis no mercado global.

Povos indígenas levam proposta de zonas livres de petróleo e gás ao governo

Proposta, entregue durante o ATL, defende zonas livres de petróleo e gás como estratégia para proteger a Amazônia e enfrentar a crise climática.

BR-319 e o teste da soberania brasileira em tempos de crise climática

A intensificação das secas na Amazônia, com impactos diretos sobre a navegação e o abastecimento, expõe a fragilidade logística da região e recoloca a BR-319 no centro de uma agenda que envolve soberania, cidadania e segurança estratégica.