Casa pré-fabricada sustentável gera mais energia do que consome

O escritório australiano de arquitetura, ArchiBlox, desenvolveu uma casa pré-fabricada capaz de produz mais energia do que consome. Para chegar a este modelo, o projeto conta com soluções simples e sustentáveis, que tornam a residência altamente eficiente.

Com 75 metros quadrados, a residência é considerada pequena para os padrões australianos, mas a área é equivalente a boa parte dos apartamentos padrões comercializados no Brasil. Um dos segredos desta casa é o sistema usado para o isolamento térmico, que permite grande eficiência energética.

De acordo com Bill McCorkell, um dos arquitetos responsáveis pelo projeto, a residência não possui sistema de calefação. Para refrigerar a estrutura, são usados tubos subterrâneos que puxam o ar frio da terra e transferem a refrigeração para o interior da casa.

A energia é produzida a partir de placas fotovoltaicas. “Temos cinco quilowatts de energia solar no telhado”, explica McCorkell, em declaração ao jornal local The Sidney Morning Herald. Além disso, todos os detalhes foram pensados para maximizar o aproveitamento solar de diferentes formas. Por isso, os vidros são muito comuns, para aproveitar o aquecimento e luminosidade naturais. Os moradores também contam com um jardim comestível, instalado dentro da própria casa. Dessa forma, a casa consegue produzir mais energia do que o necessário para o seu abastecimento.

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Fotos: Divulgação/ArchiBlox

Para garantir a sustentabilidade do projeto, os arquitetos usaram materiais locais e com o menor impacto ambiental possível. Por ser pré-fabricada e pequena, a casa pode ser transportada através de um caminhão, pronta para ser instalada.

O investimento para ter uma casa deste tipo é de US$ 4 mil por metro quadrado. Com os 75 metros quadrados que a residência possui, ela custaria, em média, US$ 300 mil na Austrália, o equivalente a quase R$ 900 mil. Mas, a empresa também disponibiliza um modelo menos sustentável por US$ 2.400 cada metro quadrado.

Fonte: CicloVivo

Redação BAA
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Redação do portal BrasilAmazôniaAgora

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