”No caso de Manaus o que temos é, por um lado, a não conclusão as ofertas dos arranjos industriais: infraestrutura de transporte ampla e um contínuo processo de simplificação da operação industrial; e, por outro lado, um desinteresse no restante do país em relação aos resultados obtidos, em razão especialmente da notícia falsa que propagou uma percepção de que não se arrecadam impostos, o que é bem longe da verdade.”
É consenso que não devemos destruir a floresta, mas isso está longe de ser unanimidade. Então, de maneira simples, faz todo o sentido manter mecanismos de proteção.
Os limites da dragagem e os riscos das concessões convergem para a construção, antes das obras, de uma política de transportes economicamente viável, politicamente correta, socialmente justa e ambientalmente sustentável. A sugestão habitual e sempre nova é do amazonólogo Samuel Benchimol.