“Todas essas nuances, entretanto, deveriam ser uma pauta do Conselho da Amazônia dentro das diretrizes formuladas por Hamilton Mourão, o vice-presidente da República, um general de sangue indígena, que tem a oportunidade de apresentar ao país essa Amazônia, até aqui sem rosto, que carece de integração, respeito e oportunidades”.
Entre tarifas, tecnologia e soberania digital, Brasil e Estados Unidos atravessam uma nova fase de tensões. Na Amazônia, onde a experiência ensina que sobreviver nem sempre é resistir frontalmente, a lição parece apontar para outro caminho: firmeza estratégica, prudência e capacidade de diálogo