O imperativo da Economia Verde, os apelos em verso e prosa dos atores regionais, começam a fazer sentido na definição da economia mais coerente do ponto de vista da biodiversidade pujante que descreve a Amazônia, seu bioma e suas oportunidades de superar a pobreza com inteligência, visão de sustentabilidade e a caminho da prosperidade regional.
A Suframa cuida, e bem, da Zona Franca de Manaus de hoje, entendido este hoje como sendo o tangível economicamente enquanto durarem os incentivos fiscais; depois disto ela deve ser extinta.
A pavimentação de uma economia legal na Amazônia, o programa Zona Franca de Manaus, permanece válida na medida em que, nenhuma atividade econômica - disponível no radar de um planejamento estratégico regional - é capaz de substituir as conquistas dessa intuição na geração de empregos, oportunidades e proteção do patrimônio natural.
É a lei da vida, das relações pessoais e institucionais: “dize-me com quem andas, mostra o que tu fazes e eu saberei quem és.” Ou tem outro jeito de construir projetos, antecipar utopias ou assegurar avanços neste partido chamado Amazônia, onde a economia busca caminhar com o meio ambiente em harmonia, na afirmação legítima e legal da Zona Franca de Manaus?
Se forem adequadamente esclarecidos quanto aos benefícios financeiros que desfrutam há décadas da ZFM, e esta é uma falha histórica do seu sistema de comunicação, serão seus aliados defensores com grande poder de influência política porque um consumidor é também um eleitor, o bicho-papão dos governantes e congressistas em qualquer tempo.