Chegaremos à COP30 com currículo, com dados, com propostas, com humildade e com coragem. Com a clareza de que ainda há muito por fazer — mas também com a convicção de que já fizemos muito mais do que costumam enxergar. E que agora, finalmente, a *Amazônia* poderá falar por si.
Entre a ciência e a incerteza, os sinais de que a floresta pode estar deixando de ser aliada do clima exigem mais do que medições: exigem discernimento político.