Em 1998, iniciamos a construção do CBA, Centro de Biotecnologia da Amazônia, com os recursos das empresas pagos à Suframa. 22 anos depois, com investimentos de US$120 mi, ainda não temos CNPJ, que nos permitiria inaugurar o polo de Bioeconomia. Com ele, em 10 anos, dizem os especialistas, estaríamos produzindo e exportando produtos da biodiversidade amazônica dentro do parâmetro de sustentabilidade que usamos há meio século para gerar empregos e proteger a floresta. Bioeconomia supõe manter a floresta em pé com os recursos da Ciência e Tecnologia, com os quais produziremos em laboratório os itens que a humanidade precisa
“Dizendo de outro jeito: o programa ZFM de redução das desigualdades regionais, mesmo que a opinião pública e nossos contribuintes não saibam, é a melhor e mais acertada política socioambiental na história da República do Brasil.”
No varejo ou no atacado, o Brasil é dono de mais de 60% deste patrimônio vital para a Humanidade. E isso tem valor como floresta não como exploração predatória, que supõe desmatamento e destruição. O Amazonas precisa sair urgente do ranking dos estados que mais desmatam. Continuar nessa direção significa matar nossa galinha dos ovos de ouro.
Os reflexos para a administração pública e para o próprio cotidiano manauara, e até para o interior do Amazonas, deveriam ser pauta de planejamento a longo prazo desde agora. Não serão reflexos desprezíveis.
Autarquia realiza evento de orientação sobre resolução do CAS que, a partir do próximo ano, irá trazer mudanças nos procedimentos de apresentação, análise, aprovação...
A importância ecológica das borboletas na Amazônia envolve polinização, cadeia alimentar e monitoramento ambiental, essenciais para o equilíbrio da floresta.