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Água Branca: Saiba mais sobre a última nascente viva de igarapé em Manaus e sua importância

O igarapé da Água Branca é considerado o único igarapé limpo existente em área urbana da capital amazonense.

Mapinguari: HQ reflete sobre a realidade dos seringueiros na Amazônia

História em quadrinhos narra a jornada de um jovem seringueiro no interior do Acre que se vê em conflito com suas próprias raízes e redescobre a floresta e seus valores

Países importadores de ouro do Brasil estimulam garimpo ilegal na Amazônia

Além de terem as atividades suspensas na região, as empresas podem ser condenadas a pagar um total de 10,6 bilhões por danos sociais e ambientais.A ação do MPF teve como base o estudo “Legalidade da produção de ouro no Brasil”, feito em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Mais Verde no Cinza

Metrópoles brasileiras se mobilizam com planos climáticos que priorizam a restauração florestal nas ações de resiliência para adaptação aos impactos já em curso no planeta

Cientistas da Bolívia tentam desvendar mistérios do boto cor-de-rosa

O grupo ambiental global WWF e a ONG boliviana Faunagua rastrearam botos no Rio Ichilo, usando tecnologia de satélite que permite aos pescadores usar aplicativo de celular para comunicar sua localização.

Sociedade civil repudia propostas antiambientais da Economia

Planos de Paulo Guedes e setor empresarial para o meio ambiente estão sendo analisados pelo Ibama, que tem até dia 30 de setembro para responder

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O rio além da draga – PARTE II – Antes da concessão, o rio e seus habitantes – Coluna Follow-Up

A concessão de uma hidrovia amazônica começa muito antes do leilão. Começa pelo reconhecimento de que o rio já possui usuários, economias, culturas e regras de convivência construídas ao longo de gerações. Um contrato pode organizar investimentos e cobrar por serviços comprovadamente entregues, mas sua legitimidade dependerá da capacidade de proteger a vida que precede a concessão e continuará no território depois dela.

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“Da pressão sobre o STF às articulações bolsonaristas em...

O rio além da draga – PARTE I – Coluna Follow-Up

A mobilização das entidades do Amazonas para trazer os atores federais ao debate logístico merece ser reconhecida. Durante muito tempo, a navegação amazônica foi tratada em Brasília como uma facilidade concedida pela geografia: rios largos, extensos e aparentemente inesgotáveis dispensariam a disciplina de planejamento reservada às rodovias, ferrovias e portos. As secas de 2023 e 2024 expuseram o preço dessa ilusão. A presença recente do Ministério de Portos e Aeroportos, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação e do DNIT abre uma oportunidade que a região não deve desperdiçar. Para aproveitá-la, será preciso qualificar o debate e distinguir uma obra necessária em certos pontos de uma política capaz de organizar todo o sistema.