A homenagem foi concedida pelos relevantes serviços prestados e resultados obtidos ao longo dos meses de combate aos efeitos do Covid-19 na população amazonense levando doações de alimentos e outros itens para as comunidades em vulnerabilidade. A ação continua em atividade com o trabalho voluntário de líderes e trabalhadores do Polo Industrial e apoio de empresas e sindicatos.
“Estamos apenas recomeçando, diz a empresária Régia Moreira Leite, mas temos certeza de que esta energia boa é sobretudo saneadora. Basta as pessoas aspirarem o oxigênio do Bem para encher os pulmões de saúde e de esperança de que tudo vai se ajeitar.“
“Vejo como extremamente necessária a retomada das atividades das ações integradas por conta da gravíssima situação que o Amazonas passa com o agravamento da pandemia nessa nova onda do coronavírus. É um momento de todos nos unirmos, nos irmanarmos.”
Ao completar 22 anos de atuação na Zona Franca de Manaus (ZFM), a Fundação abriu suas portas para receber comitiva da atual gestão da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), no dia 16 de outubro, e apresentou parte de suas atividades aos servidores da Autarquia.
Padece de sentido a afirmação, leviana e maledicente, segundo a qual o Brasil gasta R$ 25 bi com o Amazonas e seu Polo Industrial de Manaus. Somos, na verdade, o paraíso fiscal do governo e isso não pode perdurar, por conta de tantos benefícios frustrados que representa.
A história dos pioneiros amazônicos talvez ensine exatamente isso: desenvolvimento regional nunca foi resultado de fórmulas prontas. Sempre foi fruto de adaptação, coragem e compreensão profunda da realidade amazônica.