Hoje, esse mercado movimenta cerca de US$ 200 bilhões, sendo que o Brasil tem uma fatia de US$ 300 milhões – um montante pequeno, mas que pode crescer com iniciativas que priorizem a economia verde e a floresta em pé.
Mais importante que a disputa judicial da Zona Franca é a oportunidade de reconstruir os vínculos entre os polos econômicos do país, conectando indústria, biodiversidade, tecnologia e inteligência nacional em favor de um futuro comum.